Como NASCE um Caminhão?


O Brasil é um lugar ímpar em matéria de desenvolvimento de novos produtos comerciais, produtos desenvolvidos aqui pode rodar em qualquer estrada de qualquer continente, assim define um diretor de desenvolvimento da Mercedes Benz.

Por este motivo, tornar um caminhão projetado inicialmente na Europa apto a rodar em qualquer país, é uma meta dos engenheiros, designers e profissionais do CDT. Temos o maior laboratório de desenvolvimento é as nossas descuidadas estradas Brasileiras.No Brasil, é testado produtos para lançamento mundiais.

Por isso, a Mercedes-Benz do Brasil mantém há 20 anos seu próprio Centro de Desenvolvimento Tecnológico, dentro das instalações da fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.
A unidade abre as portas do seu CDT - Centro de desenvolvimento Tecnológico para a imprensa, e mostra em detalhes como nasce um caminhão.
O CDT é responsável pela engenharia e design de todos os caminhões da Mercedes-Benz à venda no país, que passam por severos testes antes de ganhar as ruas. E também concretizou toda a nova linha da marca, lançada durante a Fenatran em 2011, com a adaptação dos caminhões e ônibus para os novos limites de emissões do Proconve P7, que entrou em vigor em 1° de janeiro de 2012. Motores, chassis, carrocerias e suspensões são testados em condições que simulam anos de uso severo, para assegurar que nada dará errado quando um caminhão precisar enfrentar os piores caminhos. "Um dos maiores desafios no desenvolvimento da linha 2012 de caminhões da Mercedes-Benz foi tempo curto para realizar toda a adaptação dos motores para as novas regras anti-poluição", explica Walter Sladek, diretor do setor de Caminhões e Agregados da Mercedes-Benz do Brasil. A fabricante levou cerca de três anos para concluir as evoluções técnicas nos caminhões e o desenvolvimento da tecnologia chamada "BlueTec 5", capaz de reduzir a emissão de gases poluentes. E também para elaborar o "face-lift" das gamas Atron – os tradicionais "bicudos", cujo visual ultrapassado demandou um extenso trabalho de atualização – e Actros.



 É claro que os testes não se resumem aos laboratórios. A fabricante ainda possui uma frota de cerca de 100 caminhões e ônibus para avaliações dinâmicas com o conjunto de cabines e carrocerias montado. Dentro, tonéis cheios de água simulam o peso de passageiros reais, para os testes com a carga máxima do veículo.
Para a finalização da linha 2012 da marca, os protótipos rodaram mais de 10 milhões de quilômetros para certificar a qualidade e a durabilidade dos componentes. Os estudos são realizados de acordo com sua potencial utilização, como os ônibus articulados que serão usados nos sistemas de BRT das principais capitais brasileiras, que rodaram nos corredores específicos das principais capitais brasileiras durante os exames.

Dos protótipos, foram coletadas mais de 7 mil amostras de combustíveis e lubrificantes para análise. Após os testes de rua, os caminhões e ônibus usados são mantidos nas instalações do CDT para avaliações estáticas, como de torção da carroceria. Eles são levados ao limite, para verificação de possíveis trincas ou empenamentos na estrutura ou no corpo do veículo.
O desenho dos caminhões também é feito em São Bernardo do Campo. Há uma área inteiramente dedicada às soluções de design específicas para o mercado brasileiro, como as mudanças realizadas na recente renovação da gama.
A partir do desenho computadorizado, ainda passa para a área de ESTILO e Color & Trim, onde é feito todo o desenvolvimento do interior do produto.

Após aprovação desta primeira fase, são feitos moldes de argila ( Clay model ) dos conceitos que virarão protótipos em tamanho real, para a montagem dos chamados "Mulas" protótipos que são usado para teste de todo o produto, desde um parafuso do para-choque até a lanterna traseira é testado. Agora estes caminhões vão para as ruas sob o clássico disfarce zebrado, ou QR Code, que vemos diariamente nas estradas, ruas e rodovias do abc paulista, além de uma validação no frio do ANDES e o calor do Atacama.
Segundo a marca, as mudanças no visual foram acompanhadas de perto pela matriz, que precisa aprovar as modificações feitas pelos designers e engenheiros brasileiros. Os desenhos geram protótipos de cabines e carrocerias, que são levados para toda a bateria de testes nos outros setores do CDT, antes de seguirem para as ruas.

Após a finalização do projeto do caminhão, as peças que compõem o chassi são montadas no Hydropuls, um equipamento que simula vibrações e torções que os componentes estarão sujeitos durante a utilização normal. Veja o vídeo acima do texto, com o detalhe do funcionamento do sistema.

Por não estarem montados em um caminhão completo, ele possibilita análises mais precisas e rápidas. A intenção é acelerar os testes tanto da durabilidade da estrutura quanto das fixações de periféricos, como tanques de combustível e aditivos e quaisquer outros componentes.
Além disso, as cabines também são postas à prova dos "chacoalhos" do sistema. Bancos, painéis e revestimentos devem suportar o equivalente a dezenas de milhares de quilômetros rodados sobre as mais castigadas superfícies.



Centro de Desenvolvimento Tecnológico - Principais Atividades
A área de desenvolvimento é composta por três unidades de negócios que desenvolvem produtos com o foco principal em chassis de ônibus, motores e agregados, veículos, cabinas e sistemas eletroeletrônicos.
Sob a responsabilidade destas unidades de negócios estão alocados também o departamento de estilo veicular, a engenharia de apoio à série e custom engineering, bem como atividades de apoio em geral, como planejamento e controlling, liberação da produção, administração de desenhos e documentação técnica da engenharia.
O trabalho desenvolvido nos projetos segue uma estrutura matricial, onde o gerenciamento do projeto é o cliente destas unidades de negócio, cuja estrutura funcional, a qual possui o know-how sobre diversos sistemas, presta os seus serviços ao projeto.
O relacionamento entre estas unidades de negócio e as demais áreas da fábrica segue o princípio da engenharia simultânea, com times de trabalho multifuncionais que garantem uma comunicação perfeita e eficiência elevada.

Processo de desenvolvimento - relacionamento com os clientes e fornecedores

A conceituação de novos veículos ocorre nas áreas específicas, responsáveis pela concepção de caminhões e chassis de ônibus, tendo como fontes importantes que traduzem os desejos dos clientes, resultados de clínicas de veículos organizadas em conjunto com a área de Vendas, comentários de clientes que visitam sistematicamente a empresa dentro do programa Fábrica Aberta e, também, necessidades de modificações detectadas no acompanhamento de falhas em campo.
Os componentes são projetados tridimensionalmente utilizando o software CATIA em estações de trabalho Risc 6000. Após concluídos os desenhos de projeto, são formados os conjuntos em mock-ups digitais (DMU´s) no computador, que permitem a verificação de interferências, colisões, simulações de amplitudes de movimento, entre outros.




O DMU é uma ferramenta de simulação bastante complexa que permite a descoberta de incompatibilidades no projeto de forma precoce. Após estar disponível a geometria em três dimensões de uma peça, esta também é calculada quanto a sua resistência estrutural, utilizando a metodologia da análise de elementos finitos.
Desta forma, as peças que são testadas nos banco de prova e também nos protótipos de durabilidade já possuem um grau de maturidade elevado.
A seqüência iterativa cálculo-teste-cálculo-teste é tradicional, pois os testes fornecem informações posteriormente utilizadas nos cálculos, cujos modelos são desta forma refinados.
A liberação final para um componente sempre é dada, baseada em resultados de testes.




Produtos que excedem as expectativas dos clientes

Os veículos Mercedes-Benz possuem tradição em qualidade, robustez, durabilidade e aplicação de tecnologia de ponta. Estas características no produto final são obtidas graças ao processo de desenvolvimento e a competência dos profissionais que se dedicam à concepção dos novos produtos.
Para melhorar sempre o atendimento das necessidades dos clientes, excedendo as suas expectativas com os produtos Mercedes-Benz, é necessário buscar ferramentas de desenvolvimento cada vez mais poderosas e processos de desenvolvimento ágeis e eficientes.




 No Centro de Desenvolvimento Tecnológico da Mercedes-Benz também são desenvolvidos os motores de toda a linha de caminhões e ônibus. O complexo conta com 11 bancadas de testes – abastecidas por cinco tanques de combustível com capacidade para 15 mil litros de diesel em cada um –, onde os propulsores são afinados para melhor performance, consumo, emissões e durabilidade. Os testes incluem ciclos de rodagem que simulam a utilização normal em diversos cenários. Todos os dados dos 150 parâmetros analisados em tempo real são compilados e compartilhados com os servidores da matriz na Alemanha, e os engenheiros podem trocar informações sobre o funcionamento dos motores a cada situação.


Resultado de um obra de arte que futuramente pode estar rodando em nossas estradas
por Igor cursos de fotografia Macário Auto Press
Fontes: 
http://www1.mercedes-benz.com.br/cdt/inicio2.htm
Jornauto - http://www.jornauto.com.br/acao_sustentacao/2011/06/13/02.php
por Igor cursos de fotografia Macário Auto Press


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(DESIGN + SEMIOTIC) THINKING


(DESIGN + SEMIOTIC) THINKING:  O valor da semiótica nos processos de inovação
Uma das principais dificuldades nos negócios é a de manter coerência entre “o que se pensa ser” e “o como se é percebido” através da comunicação, produtos e serviços. Muitas vezes a forma de comunicar, de estabelecer diálogo com o público, pode trazer a ideia errada ou uma ideia fraca sobre os valores da marca. Pretender validar o quanto uma marca é assertiva no seu discurso desde uma perspectiva corporativa, de quem convive com a marca no dia a dia, pode, pela sua parcialidade, estar embasada em uma visão irreal.
Ao percebermos o quanto era comum a falta de sincronia entre as intenções da marca e a interpretação do público, sentimos a necessidade de mergulhar no discurso de marca desde outra perspectiva. A semiótica, por oferecer um ponto de vista mais geral dos mecanismos da significação, se concretizou então como um complemento capaz de enriquecer os processos de design, estabelecendo uma troca entre o universo criativo e o científico, entre a percepção estética e o discurso filosófico.
Essa disciplina, que investiga a ação do signo – a semiose – oferece ferramentas analíticas capazes de diagnosticar a situação comunicativa de uma marca a partir de uma perspectiva conceitual. Isso porque o signo, como aponta Klinkenberg (1996), estrutura simultaneamente dados do universo material (sons, cores, formas, odores, impressões táteis, objetos, situações) e elementos do universo conceitual (ideias, representações mentais, afetos, valores). Essa estruturação é válida dentro de um contexto específico. Os significados dos valores de marca, portanto, não podem ser compreendidos apenas como palavras, como definições abstratas de dicionário. Seus mecanismos de produção e recepção envolvem uma complexidade de fatores cujo entendimento depende de um profundo conhecimento da cultura e da sociedade onde estão inseridos.
A semiótica investiga a produção de sentido através de um aparato teórico e discursivo que age como uma plataforma de diálogo com outras disciplinas como a filosofia da linguagem, a psicologia e a sociologia. Ao olhar para o modo como os valores e objetivos de uma marca se atualizam nos produtos e nas comunicações, e para o modo como são percebidos dentro de um contexto cultural dado, ela oferece um ponto de vista que vem somar-se à perspectiva corporativa e à visão dos consumidores. Esse ponto de vista é o do produto em si, tomado em sua dimensão significativa.
foto-equipe
Nossas primeiras trocas de conhecimento entre o pensamento do design e o pensamento semiótico começaram em 2008, amadurecendo como metodologia em 2011. Embora sentíssemos, de forma intuitiva, o potencial dessa parceria, o “como” isso iria acontecer na prática era ainda um mistério. Precisávamos encontrar um modo de conduzir um estudo profundo sobre os discursos ocultos nos produtos que pudesse conservar sua complexidade em uma lógica gráfica. Em outras palavras, o desafio era, a partir de uma investigação científica e sensível, construir uma ferramenta que pudesse localizar a força discursiva e a dimensão comunicativa do produto dentro uma métrica comparativa, visualmente tangível.
A construção de uma metodologia própria de análise aconteceu de maneira incremental, e foi marcada por uma sinergia entre os dois pensamentos. Como acontece nos processos de design, essa atividade construtiva navegou entre momentos mais racionais e momentos mais criativos, numa articulação entre a teoria científica e a leitura interpretativa.
O método que sistematizamos para criar um diagnóstico preciso da identidade discursiva de um produto (objeto e sua comunicação) mantém essa mesma dinâmica processual. Partimos da convicção de que a dimensão comunicativa de um produto está condicionada à coexistência, e, por que não dizer, ao confronto com outros produtos da sua espécie. Por isso, uma análise do mesmo e dos seus concorrentes em seus espaços de inscrição, ou seja, em seus contextos de localização, torna-se uma etapa fundamental.
Os espaços de inscrição revelam o universo conceitual ao qual um produto pertence. Esse universo não é apenas regido pelos valores e convenções do compradores, mas também, e sobretudo, por uma espécie de “cultura” da categoria em si. Os principais impasses acontecem quando a solução estética, na sua escolha dos códigos, ignora o universo conceitual. Apenas para citar um exemplo, o estilo minimalista, elaborado dentro de códigos do universo cosmético, pode ser inapropriado quando se trata de alimentos – o que não quer dizer que não possa existir uma solução estética minimalista apropriada para o seu universo. O que demonstra que é possível ter uma postura original e ao mesmo tempo um discurso competitivo no seu segmento.
O estudo dos efeitos de contexto torna possível avaliar a assertividade dos valores de marca como expressão concreta, incorporada, trazendo resultados muito diferentes de quando tomamos esses valores como definições genéricas, isoladas de sua manifestação real. Ao incorporar no estudo os outros players com a mesma rigorosidade, foi possível, além de fazer essa avaliação, estabelecer uma métrica comparativa capaz de trazer uma nova visão sobre o mercado. Com essa nova visão, queremos dizer que, além de ter domínio sobre os dados de volume de vendas, é possível entender qual dos players tem o discurso mais competitivo, mais contundente, e porquê.
Recentemente, temos tido um retorno muito positivo no envolvimento dos estudos semióticos no processo de inovação. Grandes empresas de produtos de consumo têm se questionado sobre o futuro de marcas importantes, enfrentando a mistura de emoções entre o querer dar um passo em frente e o medo de perder parte de sua história. Nesses casos, a integração da semiótica em nossos métodos contribuiu na definição de novos eixos de ação, ampliando o campo de abrangência da inovação e aumentando o repertório argumentativo. Tratou-se de uma nova perspectiva de análise capaz de revelar a riqueza das coisas mais simples, trazendo para Designers e membros corporativos o conhecimento sobre o objeto em uma dimensão quase “psicológica”.
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Clio Meurer, Semiotician at VRD.*
Luz Romero, Partner at VRD. Strategy & Research Director.
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*Clio Meurer é doutora em História e Semiologia do Texto e da Imagem pela Universidade de Paris VII, com pós-doutorado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.


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Novo CONCEITO de motocicleta

Perceber a nescessidade de seus clientes é uma tarefa nada fácil ainda mais quando seus costumes, clima local, terreno e proposta para uso de um produto irá refletir no consumo ou não de um produto.




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Mercedes-Benz: Filosofia de Design

Filosofia de design
O caminho que leva do primeiro desenho ( Sketch) para a aprovação de modelo real;

Mercedes-Benz: design philosophy 
Dois documentos oficiais que explicam em detalhes a filosofia da Mercedes-Benz design e os diferentes passos seguidos durante o processo de desenvolvimento de um novo veículo.
Depois que os documentos publicados pelo BMW Group cobrindo os princípios de design da BMW e os MINIs, foi apresentado dois artigos interessantes pela Mercedes-Benz,  embora com uma intenção promocional, oferecer algumas idéias sobre o processo de projeto e sobre os principais princípios estéticos adotada por designers da empresa.

Onze passos para um automóvel acabado

O caminho que leva do primeiro desenho para a aprovação de modelo leva em torno de três anos, para um modelo totalmente novo, e alguns meses para um face lift;



  • Mercedes-Benz SL-Class - Design Esboço  http://www.carbodydesign.com/media/2012/04/Mercedes-Benz-exterior-designer-Mark-Fetherston-355x266.jpg

    1. 1. Desenho / Processamento: no início do processo de concepção, há sempre um desenho, o chamado Sketch, desenho feito a mão esboçado em um pedaço de papel, ou sobre uma tela. Idéias que antes só existiam na mente do designer se tornam visíveis para todos da equipe. Nesta parte de brainstorm o processo criativo dá asas à imaginação para atender ao pedido do dpt. de marketing, de acordo com o briefing do projeto.
    2. 2. Pacote: a base para cada projeto é o pacote, a soma de todos os requisitos técnicos. Esta é a base a partir da qual os esboços têm de ser aplicadas de forma e proporções, as dimensões e as linhas deve dar uma imagem harmoniosa. Esta é a base do projeto a carroceria do veículo.
    3. 1 4 construção maquete de argila  
    4. 3. Modelo em argila: nem tudo pode ser simulado no computador, é por isso que o próximo passo é criar um modelo de argila de cada variante do novo automóvel.
      Só então os designers irão decidir quais projetos irão criar o efeito desejado em três dimensões, também. Ao mesmo tempo, os modelos virtuais são sempre criadas no computador partindo deste modelo "real" escala 1:1 para simulações no computadores. Com a ajuda de digitalização e fresadoras o primeiro full-size, os "protótipos" são feitos.
    5. 4. Seleção do modelo: a forma final do novo carro é escolhido a partir de numerosas variantes, a fim de ser formalmente examinadas em uma escala de 1:1. Aqui o modelo já estará com a "cara" de um carro real, a partir daqui, sofrerá apenas pequenas modificações e alterações;
    Mercedes-Benz F700 Concept - modelo de argila em tamanho grande Mercedes-Benz F700 Concept - modelo de argila em tamanho grande
    1. 5. 01:01 modelo: todos os detalhes individuais do novo modelo são formados com a mão. O modelo real e aparência é criado. Todas as características do novo carro se revelam.
    2. Mercedes-Benz Classe SLK - Esboço Design de Interiores 
    3.   6. Esboços Interior: primeiros Sketchs/desenhos e representações são criados para o desenho do interior, da mesma forma com o exterior, o mesmo processo criativo e formador. Nem sempre é a mesma equipe que participa do exterior irá atuar nesta parte. Existe variantes e muitos detalhes que são levados em conta para formatar o interior deste novo veículo. Agora harmonia entre o exterior e interior como um todo, nascem; A linhas de equipamentos de cada modelo e configuração são apresentadas e aplicadas no modelo de interiores, onde o futuro motorista tem de se sentir à vontade.
    4. 7. Interior modelo em clay: a melhor maneira para o designer representar os desenhos virtuais é o desenvolvimento do modelo em clay (ou argila sintética), construída, por assim dizer, de dentro para fora. Todos os detalhes são modelados esteticamente, a forma espacial é criada. Como regra geral, três alternativas de interiores é construído para uma decisão a ser tomada.
    5. Mercedes-Benz Classe CL-Color e Trim  
    6. 8. Cores e conceito de Color e Trim: as opções de materiais e cores para o interior do veículo são determinadas.
      A partir de centenas de amostras de tecido e couro, bem como um espectro de cor virtualmente infinitas variantes de equipamento para o veículo são determinadas. Todo o controle e os elementos de exibição são projetados e desenvolvidos.
    7. 9. Modelo de controle Interior de dados: todos os materiais e as cores são testados para o efeito em um sofisticado modelo interiores sob "condições da vida real". Todo o material e todas as cores recebe um código especificado.
    8. 10. Modelo final, o protótipo: o exterior eo interior, com todos os seus detalhes são reunidos para fazer um modelo. Uma representação realista é criada. Todas as características do novo carro se revelam. A forma exterior e interior do futuro modelo Mercedes-Benz  torna-se palpável.
    9. 11. Aprovação de modelo: o ponto final de todo o processo de design é a aprovação de modelo pelo Conselho. Se esta for bem sucedida, não há mais nada para a produção do novo Mercedes-Benz.

    Filosofia de Design

    Design como uma marca

    Daimler três apontou estrela em um anel - registrado em
    Para criar fascínio e identidade de marca: esse é o objetivo da filosofia de design da Mercedes-Benz, orientada para a o efeito a longo prazo, em vez de curta duração tendências, bate em um "pool genético" de elementos da marca típicas de estilo no sentido de uma viva a tradição. No final deste processo é o carro como um espaço para o indivíduo vivo.
    Para a Mercedes-Benz, o design é, literalmente, uma marca registrada. Porque, por mais de 100 anos, o projeto tem caracterizado a imagem da marca com a estrela de três pontas e fez visíveis típicos valores de marca, tais como responsabilidade, fascinação e perfeição.
    Na medida em que, o projeto tem tarefas importantes por dois motivos: as linhas do carro fascinam não só por causa do próprio produto, eles também servem como um espelho da filosofia e perfil da marca com sede em Stuttgart. Em outras palavras: projeto torna visível os valores da marca - e define sua marca neles.
    Mercedes-Benz 300 SL Roadster - estudo de design da Projeto deve também despertar a paixão, a paixão pelo automóvel e o desejo de possuir um modelo.
    "Amor à primeira vista" tem sido um slogan com um conteúdo de grande realidade no comércio automotivo.
    Depois de despertar o amor à primeira vista, uma das principais tarefas dos designers é criar um relacionamento duradouro e manter o caso de amor de muitos anos, com os proprietários.
    O arco psicológico vai de conhecer a reconhecer a percepção da marca. A chamada semiótica.  Não é apenas uma questão de criar produtos funcionais individuais, mas de gerar a identidade da marca, ao mesmo tempo isto ser percebido pelos espectadores.

    Identidade e continuidade

    Mercedes-Benz Classe CL ano modelo 2010 - Esboço Desenho
    No entanto, a fim de construir e cuidar adequadamente para tal imagem, marca de sucesso, estratégias de longo prazo e continuidade conceitual são essenciais. Novos modelos da Mercedes deve realmente criar formalmente uma ponte para o futuro, mas ao mesmo tempo as suas linhas não podem abandonar a sua origem.
    Isso garante que cada novo Mercedes-Benz possui uma identidade claramente reconhecível e mostra seu pedigree à primeira vista.
    Embora cada modelo apresenta analogias inconfundíveis com seus antecessores, ele mostra um desenvolvimento formal clara e ainda anuncia uma nova era, com um novo design.
    Mercedes-Benz Classe CL ano modelo 2010 - Esboço Desenho
    Dado que a vida útil do produto de cerca de 20 anos, é bastante realista para os automóveis Mercedes. O alto valor de mercado que os carros Mercedes-Benz mantêm o mesmo depois de muitos anos na estrada é devido, pelo menos não para o fato de que um modelo anterior da Mercedes-Benz não significa automaticamente "olhar" de idade.
    Mesmo quando os modelos novos saem em uma série de modelos, eles não prejudica os seus antecessores, que continuam a ser desejável, em particular por causa do apelo duradouro de seu projeto, o seu conceito e filosofia ao qual participou e esteve claro em seu "tempo".
    Mercedes-Benz F 800 Style - radiador esboço projeto grelha
    O Mercedes-Benz é sempre reconhecível como um Mercedes-Benz. O designers se asseguram que certas características de estilo, enquanto está a ser desenvolvida, são mantidos na sua forma básica. Designers falam de "pool genético" da marca.
    Isso é o que eles defendem cuidam e protegem, o estilo da marca.
    Mercedes-Benz SL - 1967 Estudo para uma grade de radiador possível Um bom exemplo disso é a grade do radiador típica Mercedes - uma característica que identificou e tornou a marca inconfundível há mais de 100 anos.
    Durante este longo período, a grade do radiador tem sido repetidamente desenvolvidos num sentido formal. Tanto em suas proporções básicas e nos seus detalhes os designers tentam interpretar esse recurso de identificação de novo, criando uma nova imagem moderna.
    Este princípio também se aplica para a o estilo esportivo, o chamado radiador SL, que foi diretamente derivado de corridas em 1950 e desde então se tornou um símbolo não só para carros Mercedes esportivos, mas também para a esportividade refinada que encontra a sua expressão em muitos na série do modelo. Da mesma maneira como o radiador, a carroceria , este elemento é também constantemente interpretado no sentido formal.
    Mercedes-Benz 300 SL Roadster - Styling trabalho, em meados de 1950
    Através deste trabalho, detalhe, forma de linguagem e imagem de marca mantêm a sua vitalidade, permanecem inovador e dinâmico, mas ao mesmo tempo inconfundível.
    E ainda uma interpretação por demais rigorosa do esforço para continuidade formal implica o risco de correr em um beco sem saída estilística, onde não há espaço para a individualidade.
    Cada modelo - se é uma berlina de luxo, um coupé, um roadster ou um carro compacto de classe - se apresenta como uma "personalidade" independente.

    Tendências e realidade

    Reconhecendo as tendências e modelagem são tarefas importantes dos designers de automóveis. Eles vivem no presente, mas seu campo de ação é o futuro.
    Em larga escala modelo de argila interior no Estúdio de Design Avançado da Mercedes-Benz em Como Isto exige uma percepção muito sensível para as mudanças nos hábitos de vida dos clientes, para as atitudes das pessoas em relação a sua vida diária e para as tendências relativas à forma e cor evidenciado em outros setores, como a indústria de móveis ou o setor de eletrônicos, por exemplo. Ou por impulsos vindos de outras culturas, é por isso que os projetistas da Mercedes não trabalham só na Alemanha , mas na Itália , Japão, China e nos EUA. Um projeto para atender os mais variados e exigentes clientes.
    A montadora criou estúdios de design avançadas nesses locais, com diversos profissionais de diferentes áreas de atuação, para atuar como uma espécie de sismógrafo e pegar as tendências estilísticas no local e analisá-los para processá-los de forma criativa.
    A questão chave aqui é a capacidade de compreender intuitivamente o que pode atingir a intemporalidade formal, e para desenvolver uma sensibilidade para importantes, tendências sustentáveis ​​em arte, cultura e sociedade.
    Mercedes-Benz em Sindelfingen Design Center
    No entanto, ter uma visão para o futuro e ser capaz de perceber as novas tendências não é suficiente.
    Para a Mercedes-Benz sempre foi decisivo ser, não a moda, mas o sempre moderno.
    É por isso que é importante é distinguir entre vida curta à tendências e desenvolvimentos a longo prazo e, assim, identificar as expectativas dos clientes autênticos para o futuro.
    Projetistas da Mercedes, portanto, não precisa de aconselhamento em tendência, mas sim um prognóstico bem fundamentada e respostas concretas às questões sobre a forma como as pessoas viverão amanhã, como eles irão consumir e, em particular, como encantar e inspirar futuros clientes.
    O desafio consiste em refletir sobre possíveis desenvolvimentos futuros e pensar criativo para além da realidade que leva o selo de tendências e moda.

    Paixão e praticidade

    Mercedes-Benz Classe B - Esboço Desenho
    Este aspecto é provavelmente o mais importante e interessante, aqueles que determinam o trabalho dos designers de automóveis. É tudo sobre pessoas, ou, mais especificamente, sobre os clientes e sua personalidade. Porque dirigir um carro, hoje, significa muito mais do que chegar ao seu destino em segurança e comforto.
    Hoje, mais do que nunca, a ênfase está em fazer a viagem em si uma experiência que é agradável, porque se sente à vontade em um de carro, e porque o carro faz bem com seu estilo de vida, e também possível expressar estilo por meio do carro. Mais do que nunca, a percepção sensorial de um
    produto, portanto, desempenha um papel excepcional, determinante para o sucesso do produto.

    Experiência e prazer

    Mercedes-Benz Classe C Estate - Cor e Corte
    Mantendo o fascínio pelo que é belo ao longo dos anos também é uma das tarefas mais importantes dos designers de interiores. Sua importância para o trabalho de design está aumentando.
    O interior de um carro é concebido como um espaço de vida, onde uma grande quantidade de tempo é gasto. É por isso que um ambiente agradável está desempenhando um papel cada vez mais importante no automóvel.
    Não há dúvida sobre isso: os clientes tornaram-se tanto mais exigente e mais exigente ao longo dos anos a este respeito.
    Eles não só querem uma ampla escolha de nomeações possíveis a partir do qual a escolher precisamente o que se adapte o seu gosto e personalidade. Eles agora também definem a gama de tecnologia empregada no interior e uso de materiais de alta qualidade. Estes, naturalmente, ajudar a transmitir, ao mesmo tempo, tornando mais tangíveis, valores tais como a estética, conforto e qualidade como parte da impressão visual global.
    O objetivo dos designers de interiores da Mercedes-Benz pode ser resumida em poucas palavras: Entra no carro, fecha as portas e imediatamente, deve se sente em casa!

    Forma e função

    Mercedes-Benz Classe SLK - Design Esboço Mas para todo o seu amor e atenção ao detalhe: os designers automotivos não são artistas de embalagens. É de nenhuma maneira sua tarefa de simplesmente embalar novas tecnologias ou novos conceitos de veículos em uma forma considerável - que contribuem decisivamente para iniciar novas idéias e ajudá-los em seu caminho para a produção em série.

    Projetistas da Mercedes estão integrados desde o início na fase de conceito e no processo de desenvolvimento de novos modelos.
    Trabalho de design é o trabalho em equipe, o estúdio de design de um não é uma fábrica de sonhos. Em uma equipe de designers e engenheiros têm de estar prontos para fazer concessões a fim de encontrar soluções viáveis ​​que atendam todos os requisitos.
    Isto coloca desafios mais difíceis para os designers de automóveis do que para seus colegas em outros setores industriais. O automóvel é um dos poucos produtos industriais a partir do qual o cliente espera não só um exterior atraente, mas também um interior perfeitamente desenhado. Além disso, o carro é um produto feito a partir de diferentes áreas individuais. Muitos desses detalhes são tão complexo como dispositivos inteiros produzidos em outros setores industriais.
    Função e estética, tecnologia e arte: o que à primeira vista parece contraditório tem que misturar em um conceito global harmonioso em um carro moderno. O objetivo foi atingido, se o trabalho de design e as artes de engenharia se complementam em um nível sofisticado. Assim, praticidade e bom design não são inimigos naturais. Liderança tecnológica é uma parte integrante da filosofia da marca e é a tarefa do projeto para tornar esta missão visível, ao definir tendências na sua própria maneira.

    Visões e emoções

    Mercedes-Benz F 125! Esboço Design Concept Mercedes-Benz F 125! Esboço Design Concept
    Carros conceitos, eles são concebidos e desenvolvidos,  para testar novos conceitos de veículos e tecnologias, para intensificar o diálogo com os clientes e também para analisar a reação do público a essas idéias.
    Mercedes-Benz também realiza tais estudos a fim de ter um olhar para o futuro em relação a desenvolvimentos estilísticos e para oferecer aos designers a possibilidade de desenvolver e implementar novas línguas, novas formas.

    Ninguém pode fugir ao efeito emocional. Muito antes de se ter alguma idéia sobre os fatos relevantes ou inovações técnicas, através de sua mera aparência - isto é, por meio de seu projeto - desperta desejos.

    É da responsabilidade dos designers para despertar e manter viva estas emoções. O objetivo de seu trabalho é a criação de automóveis no campo de tensão entre tecnologia e design, que são caracterizados tanto pela inteligência técnica e emocional.

    O trabalho dos designers é um sucesso se os clientes compram carros, não só por razões puramente racionais, mas também com o coração e da mente, e quando isto ocorre, é porque o trabalho da equipe foi bem desenvolvida!

    Veja os vídeos do meu canal 
    https://www.youtube.com/user/reynaldlobo/playlists?view=1&flow=grid
    (Fonte: Mercedes-Benz)


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    Concurso de Design da Freightliner

    TopNews

    '2020 Super Truck' Wins Freightliner Design Contest on Facebook

    March 21, 2012 
    LOUISVILLE, KY -- Swoopy styling and interior innovations by a young art student won Freightliner Trucks' Future of Pride & Profit design contest, conducted over the last four months strictly on Facebook. 
    Minwoo Song from the College for Creative Studies in Detroit, Mich., won first place with his "2020 Freightliner Super Truck." It features swooping aerodynamics on a tractor that is a combination conventional and cabover, executives observed during a ceremony last night in Freightliner's booth at the Louisville truck show.

    The contest, which ran from November 2011 through February 2012, invited college students in North America to submit original designs for the owner-operator style truck of the future.  
    Three finalists received an all-expense paid trip to the 2012 Mid-America Trucking Show (MATS), where their designs were on display at the Freightliner Trucks booth.

    "Freightliner Trucks is the undisputed leader in cutting-edge truck design, and we welcomed the opportunity to connect with some of the brightest designers," said Michael McHorse, marketing segment manager, on-highway for Freightliner Trucks.

    "As we celebrate our 70th anniversary, we also look forward to engaging new talent that can continue to foster our legacy of innovation."

    Song's Super Truck included concepts such as a hydrogen fueled powertrain, an organic light-emitting diode (OLED) panel on the steering wheel and a liquid-crystal display (LCD) panel on the dashboard.

    Fans of the Freightliner Trucks Facebook page lauded the practicality of the interior design, which included a roll-up bed and multi-function luggage storage, reducing the time it would take a driver to organize his or her personal belongings.

    A panel of judges narrowed the 50 submissions down to the top three, with fans voting for the eventual winner via Facebook. Judging criteria covered a broad spectrum of required skills, including concept, overall product appearance, originality, power of emotion, and illustration quality.

    Song will receive a $20,000 scholarship along with an internship offer from Daimler Trucks North America. Jeeho Cha, from Lawrence Technological University, finished as runner-up and received a $10,000 scholarship, with Ahadin Hutasoit of Art Center College of Design rounding out the top three. 



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    O futuro do transporte sobre rodas - Transportation Design

    Mercedes-Benz-F-CELL-Roadster
    Simplesmente imagine: "Segunda feira, amanhece chovendo na cidade de São Paulo, você acorda atrasado para ir ao trabalho, e com a chuva o trânsito fica péssimo. Mas ao entrar no seu carro calmamente, coloca sua caneca na tomada e faz seu café quentinho, enquanto segue para o trabalho lê os jornais no seu ipad, atende o celular, vê agenda do dia.
    O trajeto feito com precisão e usando o sistema GPS que coordena o caminho mais rápido para o trabalho, sem trânsito ou stress. Tudo isso sem você estar guiando/dirigindo o carro!"
    Isto já é possivel e já está em uso na califórnia EUA é sobre isto que publico esta fantástica reportagem abaixo na íntegra, leiam.


    Google's self-driving car gets green light in Nevada

     US state grants permit to autonomous 'car of the future' and California prepares to follow suit
    Commuting may never be the same again in Nevada, the US state that is home to Las Vegas, legalised gambling and huge amounts of desert. Besides gambling, it is now legal there to have a self-driven car – providing it matches up to the specification achieved by Google's autonomous models.
    The first fully licensed self-driven car – a modified Toyota Prius – won a special permit on Tuesday, the first of three applied for by Google, which allows it to be used on the state's roads, including the famous Las Vegas strip.
    Autonomous vehicles are the "car of the future," said Bruce Breslow, the director of Nevada's Department of Motor Vehicles (DMV), in a statement. The state also has plans to eventually license autonomous vehicles owned by members of the public, the DMV said.
    Though there will be concerns about the cars – and the possibility that a computer crash will lead to a physical one – there has been no evidence in substantial testing that they pose any risk. In fact, they drive more safely than humans: "It gets honked at more often because it's being safe," said Breslow.
    Last summer, the governor of Nevada, Brian Sandoval, took the car for a spin in and around the state's quiet capital city. But Las Vegas Boulevard, where costumed superheroes routinely take the crosswalks and massive billboards angle for the attention of starry-eyed tourists, was perhaps best suited to test the car's main purpose.
    "They're designed to avoid distracted driving," Breslow said. "When you're on the strip and there's a huge truck with three scantily clad women on the side, the car only sees a box."
    Although it will still need a human to sit in the driver's seat, the car will be able to operate, steer and navigate itself using the driverless technology developed by the Stanford professor and Google vice-president Sebastian Thrun.
    Speaking to the Guardian in 2007, Thrun said it could transform part of our daily lives: "No one on Earth can tell me that commuting is fun. It is not recreational driving. It is driving because we have to drive. We could free up that time."
    He also thought that self-driving cars – whose brakes and accelerators are connected to computers, and which are fitted with GPS, a substantial database, artificial intelligence systems, and a laser radar (Lidar) which can detect obstacles such as people, cyclists and other cars on or around the road – could be substantially safer than human drivers. "If you go to a funeral of a person who died because another driver picked up a cellphone and didn't pay attention, it is extremely hard to defend our right to drive where we like," he said.
    The cars in Nevada will have a special licence plate with an infinity sign to indicate that they are not necessarily being driven by a human. However, Nevada requires that there must already be two people in the car at all times – one behind the wheel, and another monitoring a computer screen showing the planned route and what it "sees" in terms of hazards and traffic lights ahead.
    In the event of a glitch, the human driver can override the computer with a tap on the footbrake or a hand on the steering wheel.
    Officials tested the cars on drives along highways, in neighbourhoods in Carson City and along the Las Vegas strip itself. Nevada passed a law authorising self-driving cars last year, but the law only came into force on 1 March.
    Google's cars, which have already driven more than 200,000 miles without driver interaction, emerged from projects inside the company in which it took part in contests such as the Darpa Urban Challenge. That challenged companies to build cars which could obey the rules of the road, avoid other cars driven by (human) stunt drivers, and evade obstacles. Thrun's team won then, and has won the race now to get their cars on to the road.
    Since then, Google's self-driving cars have crossed the Golden Gate bridge and driven along the picturesque Pacific Coast highway.
    Legislation to regulate autonomous cars is being considered in other states, including Google's home state of California.
    "The vast majority of vehicle accidents are due to human error. Through the use of computers, sensors and other systems, an autonomous vehicle is capable of analysing the driving environment more quickly and operating the vehicle more safely," a California state senator, Alex Padilla, said in March when he introduced that state's autonomous car legislation.
    Other car companies are also seeking self-driven car licences in Nevada, the DMV said.

    The future is now! I can see it all day and anybody can say technology can cut off jobs or things like that, but I can say about it is: The tecnology is made to help all, support in all areas and make lives better. We make you life better for tomorrow with all technology as possible... Thanks for share with us. - Reinaldo Lobo editor of this website

    Fonts: http://www.guardian.co.uk/technology/2012/may/09/google-self-driving-car-nevada
    http://design345.com/2010/03/01/tradition-meets-the-future/

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    Design de interiores de caminhão

    Uma análise do design e o mercado automotivo comercial - Por Reinaldo Lobo

    Perceber a necessidade de seus clientes é uma tarefa nada fácil dos fabricantes automotivos,ainda mais quando sua: aplicação, costumes, clima local, terreno e tipo de carga no uso de um produto irá refletir no consumo ou não deste ou daquele modelo ou marca.

    A resposta é Pesquisa e Desenvolvimento nas diversas áreas do conhecimento que compõe o criar que vai muito além de desing, o belo para os ólhos. Ergonomia, aplicação funcional, cores, materiais, acabamento, temperatura ambiente, iluminação e o uso da psicologia para atender os diversos desejos dos clientes parte de um desenvolvimento usual e funcional aplicado e pensado desde muito dos primeiros scketches. O criar criativo em sua total forma e aplicação.

    Paixão é outro ingrediente capaz de superar expectativas dos clientes quando a equipe de desenvolvimento é antenada vivenciando os desejos mais obscuros de seus clientes, e descobrir isto antes do concorrente é estar no primeiro lugar do pensamento destes. Precisão em atender os principais desejos desejos significa pactuar com o usuário algo muito valioso: A fidelidade dos clientes à marca e consequentemente a confiança dos clientes nos novos produtos, isto não se paga, se conquista.

    A evolução do tempo de uso dos veículos, com também seus tipos de aplicações deve ser avaliado constantemente. Nos primórdios tempos não havia trânsito como nos grandes centros urbanos como é hoje, as pessoas se deslocavam muito mais rápido e consequentemente permaneciam menos tempo ao volante, ou dentro do veículo. Então a criação de um ambiente automotivo de 20 anos atrás deve ser muito diferente como será pensado futuramente. Hoje em dia as pessoas passam muito mais tempo dentro de seus veículos diariamente, variando de 3 em média para 10/12 horas diárias dependendo da aplicação e uso do veículo, e estes fatores devem ser avaliados constantemente mesmo nos produtos mais vendidos de uma determinada marca.

    O PROJETO
    Percebi na minha própria pele o que é dirigir durante 10 horas seguidas durante uma viagem da cidade de SP para Bauru no estado de São Paulo, trajeto feito com veículo comercial de médio porte o qual deveria atender o requisito primordial para o qual foi feito: Conforto para os seus usuários.
    Avaliando outros tipos de veículos em outras oportunidades de viagem de 11 / 12 horas percebi o quanto se ainda precisa evoluir o conceito de conforto para o motorista que faz uso de seus veículos durante a jornada de trabalho diária, o que pode refletir em doenças por esforço repetitivo, lombar nas costas, braços, punhos e pernas e joelhos. Tudo deve ser avaliado com um pensar GLOBAL!

    Este era inicialmente o TCC do meu curso de Design de Interiores para a UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO, foram avaliados todas as variáveis do projeto executivo com custo inviável para um protótipo deste nível de fabricação. A evolução deste projeto ainda poderá ser viabilizado futuramente já que até hoje ainda não se tem um produto com estas características na aplicação comercial para caminhões e ônibus no Brasil e provavelmente no exterior.



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    BMW design video: Karim Habib portrait

    BMW design video: Karim Habib portrait

    A partir do comunicado de imprensa oficial:

    Retrato Karim Habib

    Karim Habib  
    Karim Habib esteve encarregado da BMW Design desde junho de 2012. O canadense, nascido no Líbano lidera uma equipe de designers e desenvolvedores que trabalham constantemente para melhorar e reconstruir os projetos de modelos atuais e futuros da BMW. Um designer sofisticado que cresceu em cinco países com culturas muito diferentes, ele está comprometido com a idéia de evolução de design e está sempre se esforçando para expandir a sua gama de habilidades. Para este fim, ele não se limita a aplicar-se ao seu campo imediato, ele também aprecia os aspectos mais técnicos do seu trabalho. A arte de auto-aperfeiçoamento contínuo é uma que ele desenvolveu no início como membro do canadense U-20 da equipe de esgrima nacional e colocou para usar em vários papéis ao longo de sua carreira. Para além de uma breve ausência de dois anos, ele fez parte da equipe de projeto BMW desde 1998.

    A paixão pelo design.

    O desejo de dar expressão às suas próprias idéias estéticas veio cedo para Karim Habib. Mesmo como uma criança, ele revelou seu gosto por automóveis, desfrutando de nada mais do que desenhar carros e até mesmo criar sua própria marca, com uma gama completa de modelos diferentes.
    Karim Habib estudou engenharia mecânica na Universidade McGill, em Montreal, e em seguida, focado no que viria a ser sua verdadeira paixão - design automotivo. Ele fez pós-graduação em um dos focos de talentos mais prestigiados para a indústria automóvel, o Art Center College of Design na Suíça, também passar um tempo no seu ramo EUA. Enquanto trabalhava em um projeto lá supervisionado por um tutor do Grupo BMW, o designer iniciante teve a oportunidade de ver em primeira mão a mentalidade independente da BMW Design. Ele foi incentivado a questionar o processo de design em si e seus mentores impressionado com seu trabalho ousado e inovador. Habib foi conquistado pelo fato de que tal um grande fabricante de automóveis estava preparado para desafiar e redefinir formas aceitas de pensar. Consequentemente, depois de terminar seus estudos, começou a trabalhar para a equipe da BMW Design de Interiores, seguido por magias no design exterior e departamentos de design avançado.

    Design como uma maneira de moldar o seu mundo.

    Para Karim Habib, conscientemente projetar coisas é um meio de expressar o desejo de mudar o mundo de acordo com seus próprios valores. Isto implica uma análise atenta tanto o ambiente do produto e cada um de seus aspectos, pois esses fatores, por sua vez tem uma influência decisiva sobre a forma como ele se aproxima do seu próprio ambiente. Um momento crucial em sua carreira foi o desenvolvimento do conceito CS BMW carro show, que foi idealizado por ele e lançado em 2007. Para este estudo de um conceito de quatro portas Gran Turismo, a carroçaria convexo / côncavo, pavimentação chama assim chamado, foi atenuada - uma nova partida que influenciaram modelos posteriores da frota de BMW.
    Questionando fatores fundamentais continua a desempenhar um papel importante no desenvolvimento bem sucedido para o canadense. Ele acredita que a evolução dos estilos de design a ser indispensável para o sucesso de longo prazo, uma vez que somente aqueles que desafiam constantemente e se reinventam pode sobreviver e continuar a melhorar. A fim de garantir que isso acontece, na sua qualidade de chefe da BMW Design ele pretende implementar um sistema que apoia activamente liberdade criativa. Além disso, ele dá grande valor sobre o envolvimento de todos envolvidos no processo de design, desde os designers reais para os engenheiros. Ele vê uma compreensão abrangente de funções de todos os funcionários como uma das pedras angulares de resultados de projeto de sucesso e pode chamar a perícia técnica de seus estudos de engenharia mecânica para ajudá-lo nisso.

     

    No lado pessoal.

    Karim Habib favorece um estilo de design pared-down. Ele é um admirador do trabalho de Ronan e Erwan Bouroullec e Patricia Urquiola, bem como os projetos de arquitetura de Rem Koolhaas, Herzog & DeMeuron e Zaha Hadid. Ele está particularmente fascinado por seu envolvimento intelectual com seu próprio trabalho. O minimalismo das obras de Mark Rothko é também uma fonte de inspiração para ele.
    Ele e seu parceiro vive em Munique com sua filha.


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    Designer automotivo


    Este post vai ajudar você a transformar o sonho em realidade. Para embasar, batemos um papo bem instrutivo com Marcio Sartori, profissional com passagens pela Volkswagen, Fiat e Ford, e que hoje dirige a Ícon Design, uma das raríssimas instituições de ensino voltadas para o setor.

    O primeiro item obrigatório parece simples, mas não é: você precisa ter muita habilidade no desenho manual. Precisa desenhar muito bem. E isso não é tão fácil quanto parece. Não basta ter desenhado um monte de F40 e Porsche 959 no caderno. É preciso desenvolver uma habilidade específica para o chamado sketch automotivo. Santori diz que alguns profissionais chegam a fazer quatro vezes o mesmo curso básico de sua escola. Isso: eles repetem o mesmo curso até quatro vezes só para aprimorar a técnica, como se frequentassem uma academia.



    “Tem gente que confunde designer com artista, mas está errado. Ele não é artista, ele tem aptidões artísticas e aplica isso de forma científica, embasada”, diz Sartori. No curso de Sketch Automotivo da Icon, tem moleque de até 14 anos matriculado. O grosso, porém, são estudantes universitários de desenho industrial que buscam uma formação mais especializada para desenvolver técnicas de observação, traço e perspectiva.


    O próximo passo é talvez o mais interessante. Chama-se Gestalt Automotivo – gestalt é uma palavra alemã que significa a psicologia da forma. Nesse curso, a ênfase é no conceito que leva ao desenvolvimento do design. “Uma coisa é desenhar um carro qualquer, outra coisa é desenhar um carro para uma marca específica, sintetizando as referências para um objetivo específico. Até para quem não trabalha com design este curso é bem interessante. Gerentes de produto e profissionais de marketing, por exemplo, já passaram por ele”, diz Sartori.



    Agora vamos falar um pouco mais (de forma resumida) sobre como é o processo de definição das linhas de um automóvel. Isso ajuda a entender a divisão de funções que um designer pode exercer.

    Com todos os esboços prontos, é hora de scanear os desenhos e transformá-los em renderizações 2D, ou seja: transformar um desenho feito à mão em dados digitais com linhas, proporções e perspectivas definidas. Isso geralmente fica a cargo do próprio designer responsável pelos sketches. Já a etapa seguinte – a modelagem digital em três dimensões – é tarefa de um profissional à parte.



    Entra em cena o Alias, o famoso software de design industrial. A modelagem 3D constrói modelos virtuais a partir dos dados inseridos pelo operador. Assim começa a definição matemática do relevo e da profundidade das superfícies. Quando estiver pronto, este conjunto de dados digitais servirá de base para que uma máquina fresadora CNC (sigla para Computer Numeric Control) possa esculpir de forma mecânica um modelo em três dimensões, em escala real ou reduzida.



    Na indústria automotiva, o material utilizado para produzir esse modelo de proporções fiéis é a argila sintética, ou clay. Depois de esculpido pela máquina, o bloco de argila se mantém maleável, e permite que o modelador de clay possa alterar a massa conforme o desejado. Esta é uma etapa crucial do processo, pois como todo designer gosta de dizer, nenhuma projeção 3D substitui a sensação de ver o objeto materializado, com volumes e sombras reais.

    O clay também pode ser criado de forma manual, através da sensibilidade para transformar desenhos em esculturas. Por aí você percebe que esse tipo de profissional é raríssimo e muito valorizado, geralmente formado exclusivamente pela própria experiência dentro de uma grande fábrica. “Com exceção do nosso, não existe curso de formação para clay no Brasil. A maioria dos profissionais que trabalham na área são técnicos da produção, não designers”, diz Sartori.



    Finalmente, depois de esculpir detalhadamente o modelo de argila e receber a aprovação de tudo quanto é chefia, este objeto – no caso, um carro – será scaneado novamente, para que todas as modificações feitas à mão possam ser adicionadas à renderização 3D. Já vi este processo sendo feito ao vivo: o modelo de clay ganha centenas ou até milhares de pequenos adesivos metálicos, e é fotografado sob diversos ângulos por um conjunto de câmeras high-tech que analisam o reflexo dos adesivos para criar uma nuvem de dados definitiva

    Fascinante, não?

    A Icon é teoricamente a única instituição de ensino focada na formação de designers automotivos, e seus cursos abrangem todas as áreas que citamos acima. Vale dar uma olhada no site dos caras para entender melhor como funciona. Além dela, já falamos aqui mesmo no Jalopnik – leia o post – sobre os cursos de pós-graduação da FAAP (Design da Mobilidade) e do IED Brasil (Transportation Design), para gente que já se formou em desenho industrial ou design de produto.



    O caminho está dado. E se depender da quantidade de marcas que estão criando departamentos de criação no país, e da relevância que os profissionais brasileiros andam conquistando lá fora – o mais recente exemplo disso é a nova picape  S10, um produto global desenvolvido pela GM do Brasil – não faltarão destinos.

    Crédito das fotos e projeções: Ícon Design e http://www.jalopnik.com.br/como-se-tornar-um-design-automotivo-de-verdade/

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